segunda-feira, 22 de julho de 2013

Haja saco!

Não tenho dó e ao contrário, tenho raiva de pessoas que precisam de ajuda, porém se "acham" super auto suficientes e orgulhosas e não admitem precisar de ajuda e acham que estão cobertas de razão e nunca erram!

Aff, aja paciência!! Auto piedade já caiu de moda, tenha dó!!!

Saudade sem fim.

E de repente me deu uma saudade doída do mano e de como o futuro poderia ter sido e de como ele poderia estar participando de nossas vidas... junto, presente...

Coisas que nunca passam....

sábado, 6 de julho de 2013

Simplesmente humana...

Chegou num ponto que de tanto você me criticar, eu não sabia mais o meu valor...
Chegou num ponto onde eu achava que não era inteligente, nem competente, tampouco bonita e desejada.
Chegou num ponto que perdi a vontade de me olhar no espelho.
E ao chegar nesse ponto, perdi o tesão pela vida! Não tinha mais borboletas na barriga, não tinha mais vontade de me arrumar, nem de ver pessoas, nem contatos físicos eu queria mais, com ninguém mais.
E aí, quanto mais eu me largava, mais cobrança ouvia, mais eu percebia o descaso comigo, mais eu via o olhar indo em outras direções, mais eu percebia o interesse em outras pessoas, mais eu notava que o prazer já não era mais estar ao meu lado, uma vez que a exceção de ficar longe havia virado a nova regra. 

E nesse momento, a mágoa, e raiva tomaram conta de mim... A falta de romantismo, o excesso de praticidade numa coisa que não cabe esse sentimento como o amor, a falta de sensibilidade e carinho, fizeram com que meus sonhos tornassem constantes brigas, e palavras gritadas no rosto e atitudes que nos sonhos eu tinha, mas que acordada não tinha coragem de fazer.

Até que um dia, uma atitude pôs uma pedra gigante nesse maldito ponto que eu havia chegado! Uma atitude não inédita, porém não mais suportável, pois diante de mim, me olhando, havia minha filha, uma bebê que me observava sem entender porque a pessoa que ela mais amava e admirava estava chorando e se sentindo nada mais valoroso do que um objeto esquecido na estante.
 
E foi aí que uma luz inundou meu peito e me fez lembrar quem eu era! Sim, eu não podia permitir que ninguém fizesse eu me sentir a última companhia sem que eu permitisse chegar nesse ponto!! E nesse dia eu decidi lutar e viver por uma pessoa! Eu!
 
E foi a melhor atitude que fiz! Me sinto libertada de uma prisão, desde então minha ansiedade foi embora junto com o problema que eu tinha e não tinha coragem de resolver. E hoje eu vejo que fiz certo, pois hoje vejo que para essa pessoa não signifiquei nada, não represento nada, e eu vivia aquela vida infeliz achando que a história podia valer a pena! 

Uma coisa valeu a pena nisso tudo: Ana Julia, minha vida!!! 

Filha, é por você e só por você que eu tenho feito e vivido e lutado pra resgatar a mãe que você merece!