segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Reflexão de Fim de Ano!!!


Mais um ano se aproxima... E com ele a sensação de que os dias voam. Começo a crer que o dia tem 18 horas apenas. hehehe

As pessoas ficam stressadas com o Reveillon, pois ele mostra quão rápido nossas vidas passam e quão pouco aproveitamos nossas rotinas. A verdade é que vivemos em uma selva violenta, onde o maior dilacera o menor sem nenhum motivo aparente. E pra sobrevivermos a isso, transformamos nossas vidas em uma jornada de batalhas diárias.
É, bem diferente de nossos ancestrais cujas únicas ambições eram conseguir comida e moradia. Não existia stress e nem teria como. Hoje ter comida e moradia não é o bastante para o indivíduo viver bem. Hoje além disso o indivíduo necessita ter status, pois isso garante que ele não viva "sozinho". Necessita ter mais, sempre mais do que o outro, pois assim terá mais amigos, mulheres/homens e viverá mais feliz, terá poder! Uau!!
Quanta idiotice!!!

Eu seria a pessoa mais infeliz do mundo se tivesse que depender do meu dinheiro para conseguir amigos ou homens. Me sentiria a pessoa mais incapaz, mais desprezível... Pensar que só consigo ter pessoas ao meu redor em função do que proporciono a elas, faria-me crer que sou um ser humano cuja convivência é insuportável e que dessa forma só compensando muito bem alguém pra resistir a tamanha tortura.
Realmente triste né...

Sou ambiciosa sim! Mas não ambiciono esnobar, ambiciono viver bem!
Quero ter conforto e viver tranqüila, sabendo que consigo sobreviver a essa selva e minha futura família também. Acho que isso é ambição, diferente de ganância.

Quero ter pessoas ao meu redor, pelo simples fato de que minha companhia seja desejável para elas. Necessito de pessoas de sentimentos sinceros ao meu redor.

Apesar dessa selva individualista, ainda somos irmãos! Não há por que vivermos tratando o outro como um rival. A vida se torna triste e medíocre assim...

Nesse fim de ano, desejo de coração que comecemos a refletir no nosso dia-a-dia e no porquê de vivermos do modo em que vivemos. Não adianta viver cada dia sem saber o porquê de estar fazendo aquilo, a vida necessita ter um propósito para levantarmos todas as manhãs e creio que esse propósito tem relação com nossos sonhos a partir do momento em que eles deixam de ser sonhos e se tornam metas!

Feliz Ano Novo a Todos!!!

... Be Happy ...


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Matei um cachorro ontem!!!


Pois é, matei um cachorro atropelado!
Estavam eu e minha colega de trabalho indo para uma empresa, conversando belas e faceiras, quando do nada surge um cachorro saltitante na frente do meu carro!!! Ele esperou eu estar 10cm de distância dele pra resolver atravessar a rua! E pra piorar a minha situação, tinha uma fileira de carros atrás de mim, sendo que o carro de trás estava há 15cm da bunda do meu carro, ou seja, seu eu freiasse, ia causar engavetamento!

Após concluir isso em milésimos de segundos eu não parei! Fechei os olhos e dei um grito! E estacionei o carro pra ver o cachorro se levantar... mas ele ficou estático no chão!

Fiquei atordoada! Antes tivesse causado um acidente entre uns oito carros, mas não podia ter matado aquele cachorrinho! Até porque como estavam atrás de mim, eles que se virassem pra pagar o estrago! (brincadeirinha)

Segui adiante... e na volta ele não estava mais lá, apenas umas tias da limpeza urbana e um saco preto.

Sinto como se tivesse perdido a moral e princípios. Dizem que matar o primeiro é o mais difícil, depois só vai!
Já não basta aquele teste pra ver se a pessoa é psicopata ter me revelado que tenho mente psicopata, agora que já iniciei minha vida criminosa me sinto uma foragida!




sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Querem meu sangue

Dizem que guardam bom lugar pra mim no céu
Logo que eu for pro beleléu.
A minha vida só eu sei como guiar
Pois ninguém vai me ouvir se eu chorar.
Mas enquanto o sol puder arder
Não vou querer meus olhos escurecer

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.

Meus inimigos tentam sempre me ver mal,
Mas minha força é como o fogo do Sol.
Pois quando pensam que eu já estou vencido
É que meu ódio não conhece o perigo.
Mas enquanto o Sol puder brilhar
Eu vou querer a minha chance de olhar.

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.

E eu vou lutar pra ter as coisas que eu desejo.
Não sei do medo, amor, pra mim não tem preço
Serei mais livre quando não for mais que osso,
Do que vivendo com a corda no pescoço.
Mas enquanto o Sol no céu estiver
Eu vou fechar meus olhos quando quiser.

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.


Cidade Negra
Composição: Jimmy Cliff













sexta-feira, 18 de julho de 2008

Euforia

O que é felicidade?

Uma tarde ensolarada, um pôr-do-sol? Uma pessoa, uma família?
O que nos torna realmente felizes?
Os sonhos? A busca por eles.... Será?

E se estiver chovendo. E se você não conseguir ver o pôr-do-sol? E se a pessoa te deixar, e se sua família não for tão acolhedora como você supunha?
E se seus sonhos se tornarem pesadelos... não se pode viver de sonhos.

A felicidade está em você. Você se basta. Você tem que estar feliz consigo mesmo, estar em paz com a sua consciência. Mas não é necessário viver sozinho!
Apenas não depositar a sua felicidade em outros, e sim em você.





Amparo


Estrelas que estão lá no céu a olhar-me, eu lhes suplico, por favor não olhem mais assim para mim...

Eu sei que agi mal e que vocês querem me ajudar.

Me dêem um pouco dessa luz, dessa humildade que possuem...

Ao andar, pelas ruas desertas, escuras, desconfiadas, eu pensei nele e vocês me acompanharam e viram como eu estava. Andando, passo a passo, o vento me acariciando delicadamente e as lágrimas insistentes rolavam pelo meu rosto, me queimando.

Foi quando paro e decido sentar em algum lugar, pois minhas pernas não me obedeciam mais. Me sento, abaixo a cabeça e sumo naquele jardim escuro e abandonado. Olho para o céu e as vejo chorando comigo, fico feliz por ter umas confidentes tão fiéis como vocês e me esforço para me renovar com um pouco da energia que vocês me davam.

Levanto e percebo que a noite já não era a mesma, eu estava triste, mas tudo ao meu redor estava concentrado para me fazer feliz ou ao menos chegar perto...

Eu olho para o céu, e as estrelas me olhavam sorrindo, olho ao meu redor e vejo as árvores dançando ao som do vento, que por sinal não parava de me acariciar com uma ternura semelhante a de uma mãe.

Continuo a andar, sigo o meu caminho e ouço alguém me chamar, olho ao lado e vejo uma coruja que me olha e diz para eu ficar bem... Eu ando, ando e choro...

Vejo as pessoas em suas casas, as crianças brincando, as luzes dos carros me iluminando e as estrelas me seguindo.

Quando retorno à casa, percebo que os ares já eram outros, a noite já estava mais calma, o céu já não me olhava tão severo como antes e a noite já seguia seu rumo.

Mas eu ainda estou sozinha!

Então saio e volto para o conforto de meus amigos, agora as estrelas já me olham serenas e sabiamente me dizem que tudo vai acabar bem.

O perfumar que se espalha pelo ar é das flores que eu tanto gosto e que para me confortar, espalham seu perfume pelo ares...

Tudo é lindo, calmo, mas seria perfeito se ele estivesse aqui... Eu não sabia dos meus sentimentos até correr o risco de perder a fonte deles, agora eu já sei que gosto dele muito mais do que pensava e assim como vocês, amigas estrelas precisam da noite, eu preciso dele...




terça-feira, 15 de julho de 2008

Estás a Ver?

"Estás a ver o que eu estou a ver? 
Estás a ver? Estás a perceber?
Estás a ouvir o que eu estou a dizer?
Estás a ouvir? Estás a perceber?

Eu tenho visto tanta coisa nesse meu caminho
– nessa nossa trilha,
que eu não ando sozinho –
tenho visto tanta coisa, tanta cena...
mais impactante do que qualquer filme de cinema.

E se milhares de filmes não traduzem, nem reproduzem
a amplitude do que eu tenho visto,
não vou mentir pra mim mesmo, acreditando que uma música
é capaz de expressar tudo isso.

Não vou mentir pra mim mesmo, acreditando,
mas eu preciso acreditar na comunicação...


Não há melhor antídoto pra solidão.

E é por isso que eu não fico satisfeito em sentir
o que eu sinto, se o que eu sinto fica só no meu peito.

Por mais que eu seja egoísta, aprendi a dividir
as emoções e os seus efeitos.

Sei que o mundo é um novelo, uma só corrente.
Posso vê-lo por seus belos elos transparentes.

Mudam cores e valores, mas tá tudo junto
e por mais que eu saiba, eu ainda pergunto:


Estás a ver a vida como ela é?
Estás a ver a vida como tem que ser?
Estás a ver? A vida como a gente quer?
Estás a ver? A vida pra gente viver?

"...Já que a vida é feita de pequenos nadas..."

Estás a ver a linha do horizonte?
A levitar, a evitar que o céu se desmonte?

Foi seguindo essa linha que notei que o mar...
na verdade é uma ponte.

Atravessei-a e fui a outros litorais
e no começo eu reparei nas diferenças,
mas com o tempo eu percebi, e cada vez percebo mais

como as vidas são iguais, muito mais do que se pensa.
Mudam as caras, mas todas podem ter as mesmas expressões.
Mudam as línguas, mas todas têm

suas palavras carinhosas e os seus calões.
As orações e os deuses também variam,
mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar.

Mudam os olhos e tudo o que eles olham,
mas quando molham, todos olham com o mesmo olhar.


Seja onde for, uma lágrima de dor tem apenas um sabor
e uma única aparência.

A palavra saudade só existe em português,
mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência.


Solidão apavora, mas a nova amizade encoraja e
é por isso que a gente viaja,
procurando um reencontro, uma descoberta

que compense a nossa mais recente despedida.

Nosso peito muitas vezes aperta, nossa rota é incerta,
mas o que não é incerto na vida?



A vida é feita de pequenos nadas
que a gente saboreia mas não dá valor:

Um pensamento
Uma palavra
Uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr.
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
– simpatia é quase amor –

Uma luz acendendo
Uma barriga crescendo
Uma criança nascendo. Obrigado Senhor!

Seja lá quem for o Senhor, seja lá quem for a Senhora.
A quem quiser me ouvir,
e a mim mesmo preciso dizer tudo o que eu estou dizendo agora.

Preciso acreditar na comunicação...
não há melhor antídoto pra solidão!


E é por isso que eu não fico satisfeito
em sentir o que eu sinto,
se o que eu sinto fica só no meu peito.

Por mais que eu seja egoísta
aprendi a dividir minhas derrotas e minhas conquistas.

Nada disso me pertence.
É tudo temporário no tapete voador do calendário.


Já que temos forças pra somar e dividir,
enquanto estivermos aqui, se me ouvires cantando,
canta comigo,
se me vires chorando, sorri."


Gabriel o Pensador

terça-feira, 10 de junho de 2008

Esse mundo tá perdido!

Por que na era atual é tão habitual e até justificável a infidelidade?
As pessoas não se julgam infiéis, pois não pactuam o compromisso da fidelidade com ninguém, afinal como ser fiel com alguém sem nutrir nenhum sentimento real por essa pessoa? Ou sem sequer conhecer um sentimento capaz de despertar a total entrega ao outro e apenas ao outro?
Estamos na era da banalização. Banalização da conquista, banalização do toque, banalização do sexo e até dos sentimentos. As mulheres, que eram alvos fáceis desses homens “descartantes”, sempre se encaixaram perfeitamente na posição de vítimas de corações partidos, mas depois, com apenas um pedaço do coração, essas mulheres partiram pro ataque! Agora elas também usam, banalizam, exploram, sem nenhum tipo de apego, sem nenhum compromisso findado. Pronto! Sem vítimas, todos felizes! Será?
Por que agora, com os dias dos namorados chegando, alguns solteiros vagam pelas ruas com um semblante de nostalgia, como se fossem um bando de zumbis postos a lembrar dos seus relacionamentos passados? É óbvio! Lembram dos relacionamentos passados, pois é a última lembrança de afeto que possuem, mesmo que tenha sido há anos, mesmo que no momento estejam curtindo e usando pessoas por aí. A diferença está no carinho, na preocupação com o bem-estar do outro que não existe nessas pegações corriqueiras.
Cada vez mais a população se dá sem se entregar. Apesar de ser mais fácil o envolvimento físico, é muito mais difícil o envolvimento emocional. As pessoas não se entregam mais, têm medo de se envolver e se machucar.
Diante da facilidade do carnal e da dificuldade do emocional, aquelas pessoas que descobrem o amor não se permitem arriscá-lo por um corpo qualquer, afinal é só chutarmos uma pedra que sairá debaixo dela centenas de transas fáceis, tanto pra homem quanto pra mulher, mas amor, cuidado, a certeza de ter alguém zelando pela tua felicidade, alguém disposto a te fazer feliz, isso sim é raríssimo de se encontrar.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Ócio = Devaneios

Normalmente quem me vê por aí, caminhando com um semblante de paisagem olhando o nada, mais parecendo uma borboleta tonta procurando cores sem nenhuma pretensão, não imagina que por trás de uma carinha de menina inofensiva tem uma mulher que sabe que às vezes é necessário manter uma imagem de bobinha para ver até onde as pessoas vão quando pensam que não sofrem nenhuma ameaça. É assim que vemos a pretensão das pessoas.
A minha racionalidade excessiva ou aquilo que procuro demonstrar como racionalidade excessiva, escondendo o jogo de uma manteiga derretida, muitas vezes me fez crer que sou um homem vestido de mulher brincando por aí. Como a Martha Medeiros diz: "Penso como um homem, mas sinto como mulher."
Aliás, tem mais coisas que a Martha Medeiros diz que se enquadra a mim:
"Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e orgulhosa. Vivo cercada de pessoas, mas nunca somos nós mesmos na presença de testemunhas. Às vezes me sinto uma mulher mascarada, como se desempenhasse um papel em sociedade só para me sentir integrada, fazendo parte do mundo. Hospedo em mim uma natureza contestadora e aonde quer que eu vá ela está comigo, só que sou bem-educada e não compro briga à toa.
Tenho um cérebro masculino, mas isso não interfere na minha sexualidade. Afino a voz, uso cinta-liga, faço streap-tease. Basta me segurar pela nuca e eu me derreto, viro pão quente com manteiga.
Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também."

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Seria covardia ou respeito não gritar os defeitos alheios na cara das pessoas?

Me questiono isso porque canso de ver gente criticando as pessoas por estas não falarem o que pensam, chamando essas pessoas de covardes, pessoas sem personalidades, falsas, mas até que ponto isso não é simplesmente o esquecido respeito?

Carrego comigo uma vasta carga de conclusões e opiniões sobre as pessoas que me cercam, e também tenho certeza de que todas essas pessoas que me cercam também têm suas opiniões e conclusões sobre os outros. As pessoas são de natureza observadora e é essa natureza instintiva que nos faz estarmos em constante espreita, é a lei da sobrevivência, precisamos saber quem nos cerca, se são criaturas confiáveis, se não estamos por ventura cercados por cobras ou outros bichos traiçoeiros. Então, quando tivermos analisado bem o ambiente à nossa volta e tivermos a certeza de que ali é terreno seguro, daí sim ficaremos tranqüilos.
Realmente acho que nem todas as pessoas agem assim, já conheci gente que confiava de cara, mas eu ainda sou do tempo das cavernas e carrego comigo esse instinto de sobrevivência. É óbvio que depois de tanta análise sempre acabo encontrando as principais fraquezas dos meus companheiros de caverna, mas não vivo sozinha por causa disso, afinal tenho bom senso de saber que eu não estou livre de fraquezas e defeitos (bem pelo contrário). Esse conhecimento só me permite ser mais segura ao agir com as pessoas, pois dessa forma sei seus pontos fracos e tento evitá-los, sei o que as deixam bravas, tristes, felizes e dessa forma sei melhor como agir.

Sou uma pessoa de natureza intolerante e em função disso acabo tendo que engolir críticas que teria vontade de gritar na cara de algumas pessoas. Faço isso porque sei que eu não tenho o direito de sair listando os defeitos alheios e apontando o dedo na cara das pessoas como se eu fosse imune a defeitos, como se fosse a portadora da verdade absoluta e estivesse acima de tudo e de todos, sim, porque é assim que uma pessoa que se julga apta pra julgar se sente!

Acho prepotência, falta de senso do ridículo e egocentrismo uma pessoa se julgar perfeita o bastante para sair ridicularizando e menosprezando os outros.

As pessoas têm o direito de não gostarem dos defeitos dos que o cercam, mas têm o dever de respeitá-los como seres humanos imperfeitos que são. Não falo pra sair lambendo quem não suporta - aliás tenho asco de gente assim - mas apenas respeitar as diferenças ... desde que a diferença em questão não seja falsidade, coisa que não tolero e que faço questão de cortar do meu convívio.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Tem tanta coisa mais importante nesse mundo do que "paixões"! Por quê não falar de amor? Porquê não tentamos pelo menos amar as pessoas, animais e tudo que nos rodeia! Por quê não tentamos apenas sermos boas pessoas, de boas índoles, que realmente respeitam as outras pessoas, que tentam todos os dias agir com caráter e não apenas sair dizendo que tem caráter!
Não falo isso porque eu tenho caráter, boa índole e apenas bons sentimentos, mas porque eu pelo menos TENTO ter isso todos os dias!!! E porque tenho consciência e humildade de admitir que sou um ser humano em aprendizado e de que não sei tudo, mas não desisto de ser uma boa pessoa, mesmo se as outras pessoas não pensem o mesmo... Cada um deve agir como melhor convém... e que arquem com as conseqüências de suas escolhas...


"Hoje eu olharei as pessoas simplesmente como pessoas,
sem nenhum preconceito ou opinião
que me leve a separar as "más" das "boas",
e a servir com base nessa tal conclusão.
Hoje eu olharei as pessoas simplesmente como espelhos,
onde vejo refletidas minhas fraquezas e virtudes
de tal forma que as minhas críticas e conselhos
sirvam antes para eu mudar minhas próprias atitudes.
Hoje eu olharei as pessoas com aceitação total,
sem formalismos solenes ou distâncias sociais,
sem condenar seus defeitos ou zombar de suas limitações,
mas respeitando seus direitos,
crenças e aspirações e
aceitando as opções de cada um.
Hoje olharei as pessoas simplesmente com
AMOR."
(Autor Desconhecido)